HEEEY GAROTAS :D
boom a fic "E A Quimica Rolou" teerminou :\ eu voou escrever ooutra, vooces querem que eeu poste ela aaqui também pra vcs lerem??
Coomentem Amoores :D
beeijo
sábado, 29 de agosto de 2009
15ª parte (final)
-AAAAAAH –gritei –sério pai? Oooown Brigada –disse, beijando sua bochecha.
Saí correndo da sala e peguei meu celular que estava em cima da toalha azul com amarelo na cozinha e liguei pro Edu
-Amor! Adivinha: o papai liberou o nosso namoro! –falei, quase chorando de tanta alegria.
-Sério amor? Ai que bom –falou ele, com um tom incrível de alegria em sua doce e suave voz.
-Amor, vem pra cá! Vamos aproveitar.
-Vou sim Manda, daqui a 10 minutos eu estou ai.
-Tá bom, beijo amor, te espero.
-Beijo amor.
Desliguei o celular e sai cantarolando alguma coisa em direção a cozinha, onde peguei uma caixa de bombons e levei para a sala, Não demorou muito e a campainha tocou, olhei pelo olho mágico e meu estômago virou moradia de milhares de borboletas. Abri a porta, e pedi que o Eduardo entrasse, ele entrou e me beijou, logo depois de ter me surpreendido com um lindo buquê de rosas vermelhas, com um bilhete que peguei para ler, nele dizia:
“Manda, você sabe, melhor do que ninguém, você é a pessoa mais especial pra mim, eu te amo, e isso nada, nada no mundo vai mudar. Com amor, Edu”
Nunca tinha reparado tanto na letra dele, mas eram traços finos e perfeitos, que eu conseguia identificar mesmo com os olhos banhados de lágrimas, é vocês já devem ter percebido como eu sou sensível, choro por qualquer coisa, mas voltando aos acontecimentos... Depois de ler aquele bilhete, dei um beijo no Eduardo, que após isso foi falar com meu pai, agradecer pro ele, mesmo depois de tanto tempo, ter mudado de idéia e aceitado o nosso namoro.
Depois, sentamos na sala, assistimos a um filme e comemos bombons, foi uma tarde ótima, talvez a melhor da minha vida. Agora eu podia tê-lo sempre, meu pai concordava com o nosso namoro e deixava a gente namorar em casa, era a melhor coisa do mundo poder estar ao lado da pessoa que eu amava com todas as minhas forças. Eu sempre procurei um príncipe encantado, loiro de pele branca e que viesse ao meu encontro com um lindo cavalo branco, mas descobri que o meu príncipe tinha os cabelos castanhos, a pele bronzeada e veio ao meu encontro com uma mochila nas costas, para ser par em um trabalho de química.
E quanto ao nosso trabalho de química? Bom, chegou a quinta feira em que teríamos que apresentá-lo e falar as conclusões que tiramos sobre ele, e depois de falar, falar e falar sobre o trabalho, nos olhamos e dissemos juntos:
-A melhor coisa que acontece no trabalho foi ter nos conhecido, graças a isso estamos namorando, e vocês podem ter certeza que entre nós dois A Química Rolou.
Fiiiim ;~
Saí correndo da sala e peguei meu celular que estava em cima da toalha azul com amarelo na cozinha e liguei pro Edu
-Amor! Adivinha: o papai liberou o nosso namoro! –falei, quase chorando de tanta alegria.
-Sério amor? Ai que bom –falou ele, com um tom incrível de alegria em sua doce e suave voz.
-Amor, vem pra cá! Vamos aproveitar.
-Vou sim Manda, daqui a 10 minutos eu estou ai.
-Tá bom, beijo amor, te espero.
-Beijo amor.
Desliguei o celular e sai cantarolando alguma coisa em direção a cozinha, onde peguei uma caixa de bombons e levei para a sala, Não demorou muito e a campainha tocou, olhei pelo olho mágico e meu estômago virou moradia de milhares de borboletas. Abri a porta, e pedi que o Eduardo entrasse, ele entrou e me beijou, logo depois de ter me surpreendido com um lindo buquê de rosas vermelhas, com um bilhete que peguei para ler, nele dizia:
“Manda, você sabe, melhor do que ninguém, você é a pessoa mais especial pra mim, eu te amo, e isso nada, nada no mundo vai mudar. Com amor, Edu”
Nunca tinha reparado tanto na letra dele, mas eram traços finos e perfeitos, que eu conseguia identificar mesmo com os olhos banhados de lágrimas, é vocês já devem ter percebido como eu sou sensível, choro por qualquer coisa, mas voltando aos acontecimentos... Depois de ler aquele bilhete, dei um beijo no Eduardo, que após isso foi falar com meu pai, agradecer pro ele, mesmo depois de tanto tempo, ter mudado de idéia e aceitado o nosso namoro.
Depois, sentamos na sala, assistimos a um filme e comemos bombons, foi uma tarde ótima, talvez a melhor da minha vida. Agora eu podia tê-lo sempre, meu pai concordava com o nosso namoro e deixava a gente namorar em casa, era a melhor coisa do mundo poder estar ao lado da pessoa que eu amava com todas as minhas forças. Eu sempre procurei um príncipe encantado, loiro de pele branca e que viesse ao meu encontro com um lindo cavalo branco, mas descobri que o meu príncipe tinha os cabelos castanhos, a pele bronzeada e veio ao meu encontro com uma mochila nas costas, para ser par em um trabalho de química.
E quanto ao nosso trabalho de química? Bom, chegou a quinta feira em que teríamos que apresentá-lo e falar as conclusões que tiramos sobre ele, e depois de falar, falar e falar sobre o trabalho, nos olhamos e dissemos juntos:
-A melhor coisa que acontece no trabalho foi ter nos conhecido, graças a isso estamos namorando, e vocês podem ter certeza que entre nós dois A Química Rolou.
Fiiiim ;~
14ª Parte
Depois disso eu dormi até as 12:15 do outro dia, acordando com os cabelos horríveis, grandes olheiras e uma fome terrível. Tomei banho, passei um corretivo nas olheiras, e fui almoçar.
-Bom dia Amanda. –falou minha mãe com um sorriso no rosto.
-Bom dia Mandinha –disse o César
-Bom dia Amanda –meu pai
-Bom dia família. –falei com um sorriso no rosto, tentando disfarçar o sono, que ainda estava presente em meu corpo.
Almocei, lavei a louça para minha mãe e depois fui um pouco no computador e depois fui estudar para a prova de física que eu teria na manhã seguinte, meu domingo se resumiu a isso, estudar, ficar no computador, ler o Harry Potter, livro que estava na minha cabeceira, que eu já tinha começado a tanto tempo que nem lembrava mais a história, assistir TV e estudar física novamente. Dormi cedo, estava tão cansada que parecia que eu dormira pela última vez a 2 semanas.
Segunda Feira, eu odeio segunda feira, mas aquela até que estava legal, fora pela prova de física e claro a entediante aula de geometria. O intervalo foi bom, a Carol veio me contando tudo o que o Emilio havia falado para ela, realmente, ele era muito romântico, assim como o Edu, que ficou o tempo inteiro comigo, um amor, meu amor. O tempo passa rápido de mais quando eu estou com ele, e a sensação de borboletas no estomago, é sempre a mesma, como se eu estivesse voltado no tempo, na sala de química a quase 2 meses atrás.
E foi naquela noite de segunda feira que meu pai me chamou para conversar e...
-Amanda, olha, eu andei pensando, sua mãe conversou comigo, e bom, tudo bem, você pode namorar com o Eduardo, ele até que é um garoto legal. –falou, com um sorriso encantador no rosto.
-Bom dia Amanda. –falou minha mãe com um sorriso no rosto.
-Bom dia Mandinha –disse o César
-Bom dia Amanda –meu pai
-Bom dia família. –falei com um sorriso no rosto, tentando disfarçar o sono, que ainda estava presente em meu corpo.
Almocei, lavei a louça para minha mãe e depois fui um pouco no computador e depois fui estudar para a prova de física que eu teria na manhã seguinte, meu domingo se resumiu a isso, estudar, ficar no computador, ler o Harry Potter, livro que estava na minha cabeceira, que eu já tinha começado a tanto tempo que nem lembrava mais a história, assistir TV e estudar física novamente. Dormi cedo, estava tão cansada que parecia que eu dormira pela última vez a 2 semanas.
Segunda Feira, eu odeio segunda feira, mas aquela até que estava legal, fora pela prova de física e claro a entediante aula de geometria. O intervalo foi bom, a Carol veio me contando tudo o que o Emilio havia falado para ela, realmente, ele era muito romântico, assim como o Edu, que ficou o tempo inteiro comigo, um amor, meu amor. O tempo passa rápido de mais quando eu estou com ele, e a sensação de borboletas no estomago, é sempre a mesma, como se eu estivesse voltado no tempo, na sala de química a quase 2 meses atrás.
E foi naquela noite de segunda feira que meu pai me chamou para conversar e...
-Amanda, olha, eu andei pensando, sua mãe conversou comigo, e bom, tudo bem, você pode namorar com o Eduardo, ele até que é um garoto legal. –falou, com um sorriso encantador no rosto.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
14ª parte
- Como estava a festa? –ele me perguntou, com um sorriso no rosto.
- É, tava ótima. –respondi, com um olhar estranho.
- O mole... Eduardo estava?
- Aham.
-Eu sabia! Não teria outro motivo pra você ter adorado tanto a festa se não ele. –falou meu pai, com um tom meio duro, mas sonolento.
Cheguei em casa e ataquei uma barra de chocolates, na verdade eu deixei um pedaço pro César, fui tomar banho, vesti meu pijama, e fui dormir. O dia havia sido agitado, e eu não estava com sono, peguei lápis e papel e comecei a desenhar, ah, eu nem contei que um dos meus maiores hobbies é desenhar, adoro, pena que eu não desenho tão bem assim. Eram 3:30 da manhã, e meu celular tocou, atendi logo, porque senão acordaria a casa inteira com meu nada silencioso toque.
-Alo?!
-Amaanda! É a Carol.
-Oooi Carol. Tudo bem?
-Tudo ótimo, e com você?
-Também.
-Que bom! Maaanda! Adivinha. –falou a Carol, empolgada.
- Adivinhar o que?
- O Emilio me pediu em namoro.
- Own, que fofo! Boa sorte pra vocês, e tomara que contigo a situação seja diferente.
- Ai, Amanda, brigada, mas pode ter certeza, que a coisa para o teu lado vai mudar.
- Tomara amiga.
-AMAAAAAAAANDA! DESLIGA ESSE TELEFONE E VAI DORMIR- meu pai gritou.
-Carol, vou ter que desligar, beijo.
-Beijo.
- É, tava ótima. –respondi, com um olhar estranho.
- O mole... Eduardo estava?
- Aham.
-Eu sabia! Não teria outro motivo pra você ter adorado tanto a festa se não ele. –falou meu pai, com um tom meio duro, mas sonolento.
Cheguei em casa e ataquei uma barra de chocolates, na verdade eu deixei um pedaço pro César, fui tomar banho, vesti meu pijama, e fui dormir. O dia havia sido agitado, e eu não estava com sono, peguei lápis e papel e comecei a desenhar, ah, eu nem contei que um dos meus maiores hobbies é desenhar, adoro, pena que eu não desenho tão bem assim. Eram 3:30 da manhã, e meu celular tocou, atendi logo, porque senão acordaria a casa inteira com meu nada silencioso toque.
-Alo?!
-Amaanda! É a Carol.
-Oooi Carol. Tudo bem?
-Tudo ótimo, e com você?
-Também.
-Que bom! Maaanda! Adivinha. –falou a Carol, empolgada.
- Adivinhar o que?
- O Emilio me pediu em namoro.
- Own, que fofo! Boa sorte pra vocês, e tomara que contigo a situação seja diferente.
- Ai, Amanda, brigada, mas pode ter certeza, que a coisa para o teu lado vai mudar.
- Tomara amiga.
-AMAAAAAAAANDA! DESLIGA ESSE TELEFONE E VAI DORMIR- meu pai gritou.
-Carol, vou ter que desligar, beijo.
-Beijo.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
13ª parte
18:30 Tomei um banho, vesti um shorts jeans com uma blusinha preta e um lenço xadrez no meu pescoço, escovei meu cabelo e passei uma chapinha, passei um pouco de maquiagem, o de sempre, e quando deu 19:15 a Carol chegou lá em casa, ela iria comigo.
-Amaaaaaaanda! Tudo bom?
-Caaarol! Tudo e com você?
-Também, e ah, ele vai.
-Que bom! –falei com um mega ultra-sorriso no rosto.
Fomos para o meu quarto, e terminamos de nos arrumar, e depois pedi ao meu pai que nos levasse á festa. Era em um lugar super bonito, com várias luzes, e quando eu cheguei, fiquei nervosa, porque era a primeira vez, em mais de um mês, que eu poderia namorar com o Edu fora da escola, escondido, mas ele não estava lá.
Depois de 15 minutos ele chega, me abraçando por trás me virei e beijei-o, eu queria aproveitar aquela noite, pois quando meu pai disse que iria pensar, eu não sabia quanto tempo ele demoraria pra resolver o que para ele era um bicho de 7 cabeças.
Dançamos muito a noite toda, e o Eduardo me apresentou ao seu irmão, Emilio Eric, que acabou se interessando pela Carol e vice-versa, o Emilio era muito parecido com o Edu, só que mais velho e um pouco mais alto.
De repente, ouço meu celular tocar, é meu pai, ele diz que já está na hora de eu ir embora.
- Já pai? Poxa, são só 2:30! –exclamei
- A festa ta tão boa assim é? Aposto que aquele moleque ta aí.
- Eu já falei pra não chamar ele assim, ele tem nome, e sim a festa está ótima!
- Mais meia hora Amanda, meia hora!
Desliguei o telefone com um pouco de raiva, o Edu, logo percebeu e me abraçou.
-Era seu pai, né? –perguntou, fazendo carinho na minha mão direita.
-Era, ele vem me buscar daqui a meia hora. –falei.
-Vamos aproveitar então, amor, vem vamos dançar. –ele me puxou pelo braço até o meio da pista e me beijou.
Do meio da pista, consegui ver a Carol dançando com o Emilio, eles faziam um belo casal, sabe? Uma graça. Pena que a meia hora passou rápido, e meu pai, novamente, me ligou, dizendo que estava ali na frente, me esperando. Dei um beijo no Eduardo, e um abraço na Carol, e fui até o carro, onde meu pai estava me esperando.
-Amaaaaaaanda! Tudo bom?
-Caaarol! Tudo e com você?
-Também, e ah, ele vai.
-Que bom! –falei com um mega ultra-sorriso no rosto.
Fomos para o meu quarto, e terminamos de nos arrumar, e depois pedi ao meu pai que nos levasse á festa. Era em um lugar super bonito, com várias luzes, e quando eu cheguei, fiquei nervosa, porque era a primeira vez, em mais de um mês, que eu poderia namorar com o Edu fora da escola, escondido, mas ele não estava lá.
Depois de 15 minutos ele chega, me abraçando por trás me virei e beijei-o, eu queria aproveitar aquela noite, pois quando meu pai disse que iria pensar, eu não sabia quanto tempo ele demoraria pra resolver o que para ele era um bicho de 7 cabeças.
Dançamos muito a noite toda, e o Eduardo me apresentou ao seu irmão, Emilio Eric, que acabou se interessando pela Carol e vice-versa, o Emilio era muito parecido com o Edu, só que mais velho e um pouco mais alto.
De repente, ouço meu celular tocar, é meu pai, ele diz que já está na hora de eu ir embora.
- Já pai? Poxa, são só 2:30! –exclamei
- A festa ta tão boa assim é? Aposto que aquele moleque ta aí.
- Eu já falei pra não chamar ele assim, ele tem nome, e sim a festa está ótima!
- Mais meia hora Amanda, meia hora!
Desliguei o telefone com um pouco de raiva, o Edu, logo percebeu e me abraçou.
-Era seu pai, né? –perguntou, fazendo carinho na minha mão direita.
-Era, ele vem me buscar daqui a meia hora. –falei.
-Vamos aproveitar então, amor, vem vamos dançar. –ele me puxou pelo braço até o meio da pista e me beijou.
Do meio da pista, consegui ver a Carol dançando com o Emilio, eles faziam um belo casal, sabe? Uma graça. Pena que a meia hora passou rápido, e meu pai, novamente, me ligou, dizendo que estava ali na frente, me esperando. Dei um beijo no Eduardo, e um abraço na Carol, e fui até o carro, onde meu pai estava me esperando.
12ª parte
Tá, o que vocês querem? Se for aquela história de...
-É, É AQUELA HISTÓRIA SIM PAI! Hoje, nós vamos todos conversar, e você vai perceber que nós realmente nos amamos. –interrompi meu pai.
-Olha, er, Seu João, sua filha, a Amanda, é a pessoa mais incrível que eu já conheci, ela me faz sentir especial, ela não é como as outras garotas, eu a amo, como nunca amei ninguém! –falou o Edu, com um olhar tímido, mas sincero em seu rosto.
-Olha, Eduardo, não importa o que você sinta pela minha filha, ela ainda tem 14 anos, e vocês só se conhecem a pouco mais de 1 mês, eu não posso permitir que vocês namorem! Pra que? Para você decepcionar ela? Para ver ela triste? Antes dela te conhecer, ela era muito feliz, agora ela passa os dias trancados no quarto chorando!- falou, inconpreensivo, meu pai.
-Ah pai, porque será que eu to triste né? O Eduardo não tem nada a ver com a minha tristeza, ao contrário, ele me faz a pessoa mais feliz desse mundo! Se eu estou triste, chorando é porque eu quero ficar ao lado dele, namorá-lo e o senhor não deixa! O Eduardo é minha vida e eu amo ele, e nada vai fazer com que eu desista desse amor! –as lágrimas brotaram dos meus olhos, e percebi que o Edu, também estava prestes a chorar.
-João, por favor, dê uma chance a eles. Você não percebe que a nossa filha cresceu? Ela já não é uma criança! E ela também não é um animal, ela tem sentimentos, e ela o ama verdadeiramente. Por favor, João, não tire conclusões precipitadas. –disse minha mãe, em um tom de súplica.
-Vou pensar, vou pensar, mas enquanto isso, continua a mesma coisa de antes, vocês não podem namorar! –falou, com raiva, meu pai
-Pensar o que João? Deixa-os ser felizes! –disse minha avó. Eu sabia que ela ficaria do meu lado.
Meu pai ficou quieto, e o Eduardo foi embora, despedindo-se de mim com um beijo na bochecha. Eram 16:00 horas, a Carol me ligou me convidando para uma balada a noite, eu que não tinha nada para fazer, aceitei o convite, e pedi para ela ligar para o Eduardo pedindo para ele ir também, já que meu pai estava me fiscalizando até nas minhas ligações. Terrível, eu sei.
-É, É AQUELA HISTÓRIA SIM PAI! Hoje, nós vamos todos conversar, e você vai perceber que nós realmente nos amamos. –interrompi meu pai.
-Olha, er, Seu João, sua filha, a Amanda, é a pessoa mais incrível que eu já conheci, ela me faz sentir especial, ela não é como as outras garotas, eu a amo, como nunca amei ninguém! –falou o Edu, com um olhar tímido, mas sincero em seu rosto.
-Olha, Eduardo, não importa o que você sinta pela minha filha, ela ainda tem 14 anos, e vocês só se conhecem a pouco mais de 1 mês, eu não posso permitir que vocês namorem! Pra que? Para você decepcionar ela? Para ver ela triste? Antes dela te conhecer, ela era muito feliz, agora ela passa os dias trancados no quarto chorando!- falou, inconpreensivo, meu pai.
-Ah pai, porque será que eu to triste né? O Eduardo não tem nada a ver com a minha tristeza, ao contrário, ele me faz a pessoa mais feliz desse mundo! Se eu estou triste, chorando é porque eu quero ficar ao lado dele, namorá-lo e o senhor não deixa! O Eduardo é minha vida e eu amo ele, e nada vai fazer com que eu desista desse amor! –as lágrimas brotaram dos meus olhos, e percebi que o Edu, também estava prestes a chorar.
-João, por favor, dê uma chance a eles. Você não percebe que a nossa filha cresceu? Ela já não é uma criança! E ela também não é um animal, ela tem sentimentos, e ela o ama verdadeiramente. Por favor, João, não tire conclusões precipitadas. –disse minha mãe, em um tom de súplica.
-Vou pensar, vou pensar, mas enquanto isso, continua a mesma coisa de antes, vocês não podem namorar! –falou, com raiva, meu pai
-Pensar o que João? Deixa-os ser felizes! –disse minha avó. Eu sabia que ela ficaria do meu lado.
Meu pai ficou quieto, e o Eduardo foi embora, despedindo-se de mim com um beijo na bochecha. Eram 16:00 horas, a Carol me ligou me convidando para uma balada a noite, eu que não tinha nada para fazer, aceitei o convite, e pedi para ela ligar para o Eduardo pedindo para ele ir também, já que meu pai estava me fiscalizando até nas minhas ligações. Terrível, eu sei.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
11ª parte
O tempo passou, e o eu só podia ver o Eduardo na escola, até que depois de 1 mês do acontecido, resolvemos que era hora de conversarmos com meu pai. Finalmente chegou o sábado que havíamos combinado, meu pai não sabia, só a minha mãe. Acordei as 10:00, tomei um banho, lavei meu cabelo e toquei de roupa, coloquei um jeans e uma blusinha, e fui almoçar. O Edu chegaria as 14:15, até lá, eu assisti TV, mais nervosa impossível, com aquela velha mania de enrolar o cabelo nos dedos.
A campainha tocou, abri a porta, nervosa, mas era a minha vó, a Dona Rosa, mãe da minha mãe, ótimo, teria mais alguém para ficar ao meu lado, minha vó era super legal, sempre me apoiava em tudo, e quando o assunto era meninos, ela vivia me dando conselhos, não havia chances de ser o Eduardo, eram apenas 13:30, minha vó percebeu o meu nervosismo, e pediu o que havia acontecido.
-Ai vó, é um problema, que eu espero resolver hoje. –falei, olhando de canto para meu pai que estava na cozinha.
-Mas que problema é esse Mandinha? É algo que eu possa ajudar? Precisa de dinheiro? Quer viajar? –pediu minha avó com seu olhar bondoso.
-Não mãe, é que a Amanda está a fim de um garoto, eles até namorariam, mas o problema é que o João não quer deixar, e hoje o garoto vai vir aqui para conversarmos. – Sussurrou minha mãe.
14:15, ouço uma suave batida na porta, meu coração dispara, havia chegado o momento, não podia ser diferente, meu pai não podia me dizer não, eu era feliz ao lado do Eduardo, será que isso não importava ao meu pai? Abri a porta, e lá estava ele, lindo, com uma camiseta preta, um casaco de moletom azul e uma calça jeans, quando eu o vi, não consegui me segurar e abracei-o, pedi para que ele entrasse, e sentasse no sofá, sentei-me ao seu lado, e minha mãe chamou meu pai, que chegando na sala, fez cara de quem pularia no pescoço do Eduardo. Ele respirou fundo e sentou-se no sofá.
A campainha tocou, abri a porta, nervosa, mas era a minha vó, a Dona Rosa, mãe da minha mãe, ótimo, teria mais alguém para ficar ao meu lado, minha vó era super legal, sempre me apoiava em tudo, e quando o assunto era meninos, ela vivia me dando conselhos, não havia chances de ser o Eduardo, eram apenas 13:30, minha vó percebeu o meu nervosismo, e pediu o que havia acontecido.
-Ai vó, é um problema, que eu espero resolver hoje. –falei, olhando de canto para meu pai que estava na cozinha.
-Mas que problema é esse Mandinha? É algo que eu possa ajudar? Precisa de dinheiro? Quer viajar? –pediu minha avó com seu olhar bondoso.
-Não mãe, é que a Amanda está a fim de um garoto, eles até namorariam, mas o problema é que o João não quer deixar, e hoje o garoto vai vir aqui para conversarmos. – Sussurrou minha mãe.
14:15, ouço uma suave batida na porta, meu coração dispara, havia chegado o momento, não podia ser diferente, meu pai não podia me dizer não, eu era feliz ao lado do Eduardo, será que isso não importava ao meu pai? Abri a porta, e lá estava ele, lindo, com uma camiseta preta, um casaco de moletom azul e uma calça jeans, quando eu o vi, não consegui me segurar e abracei-o, pedi para que ele entrasse, e sentasse no sofá, sentei-me ao seu lado, e minha mãe chamou meu pai, que chegando na sala, fez cara de quem pularia no pescoço do Eduardo. Ele respirou fundo e sentou-se no sofá.
Assinar:
Comentários (Atom)
