- Como estava a festa? –ele me perguntou, com um sorriso no rosto.
- É, tava ótima. –respondi, com um olhar estranho.
- O mole... Eduardo estava?
- Aham.
-Eu sabia! Não teria outro motivo pra você ter adorado tanto a festa se não ele. –falou meu pai, com um tom meio duro, mas sonolento.
Cheguei em casa e ataquei uma barra de chocolates, na verdade eu deixei um pedaço pro César, fui tomar banho, vesti meu pijama, e fui dormir. O dia havia sido agitado, e eu não estava com sono, peguei lápis e papel e comecei a desenhar, ah, eu nem contei que um dos meus maiores hobbies é desenhar, adoro, pena que eu não desenho tão bem assim. Eram 3:30 da manhã, e meu celular tocou, atendi logo, porque senão acordaria a casa inteira com meu nada silencioso toque.
-Alo?!
-Amaanda! É a Carol.
-Oooi Carol. Tudo bem?
-Tudo ótimo, e com você?
-Também.
-Que bom! Maaanda! Adivinha. –falou a Carol, empolgada.
- Adivinhar o que?
- O Emilio me pediu em namoro.
- Own, que fofo! Boa sorte pra vocês, e tomara que contigo a situação seja diferente.
- Ai, Amanda, brigada, mas pode ter certeza, que a coisa para o teu lado vai mudar.
- Tomara amiga.
-AMAAAAAAAANDA! DESLIGA ESSE TELEFONE E VAI DORMIR- meu pai gritou.
-Carol, vou ter que desligar, beijo.
-Beijo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
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posta maaais!!
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