-AAAAAAH –gritei –sério pai? Oooown Brigada –disse, beijando sua bochecha.
Saí correndo da sala e peguei meu celular que estava em cima da toalha azul com amarelo na cozinha e liguei pro Edu
-Amor! Adivinha: o papai liberou o nosso namoro! –falei, quase chorando de tanta alegria.
-Sério amor? Ai que bom –falou ele, com um tom incrível de alegria em sua doce e suave voz.
-Amor, vem pra cá! Vamos aproveitar.
-Vou sim Manda, daqui a 10 minutos eu estou ai.
-Tá bom, beijo amor, te espero.
-Beijo amor.
Desliguei o celular e sai cantarolando alguma coisa em direção a cozinha, onde peguei uma caixa de bombons e levei para a sala, Não demorou muito e a campainha tocou, olhei pelo olho mágico e meu estômago virou moradia de milhares de borboletas. Abri a porta, e pedi que o Eduardo entrasse, ele entrou e me beijou, logo depois de ter me surpreendido com um lindo buquê de rosas vermelhas, com um bilhete que peguei para ler, nele dizia:
“Manda, você sabe, melhor do que ninguém, você é a pessoa mais especial pra mim, eu te amo, e isso nada, nada no mundo vai mudar. Com amor, Edu”
Nunca tinha reparado tanto na letra dele, mas eram traços finos e perfeitos, que eu conseguia identificar mesmo com os olhos banhados de lágrimas, é vocês já devem ter percebido como eu sou sensível, choro por qualquer coisa, mas voltando aos acontecimentos... Depois de ler aquele bilhete, dei um beijo no Eduardo, que após isso foi falar com meu pai, agradecer pro ele, mesmo depois de tanto tempo, ter mudado de idéia e aceitado o nosso namoro.
Depois, sentamos na sala, assistimos a um filme e comemos bombons, foi uma tarde ótima, talvez a melhor da minha vida. Agora eu podia tê-lo sempre, meu pai concordava com o nosso namoro e deixava a gente namorar em casa, era a melhor coisa do mundo poder estar ao lado da pessoa que eu amava com todas as minhas forças. Eu sempre procurei um príncipe encantado, loiro de pele branca e que viesse ao meu encontro com um lindo cavalo branco, mas descobri que o meu príncipe tinha os cabelos castanhos, a pele bronzeada e veio ao meu encontro com uma mochila nas costas, para ser par em um trabalho de química.
E quanto ao nosso trabalho de química? Bom, chegou a quinta feira em que teríamos que apresentá-lo e falar as conclusões que tiramos sobre ele, e depois de falar, falar e falar sobre o trabalho, nos olhamos e dissemos juntos:
-A melhor coisa que acontece no trabalho foi ter nos conhecido, graças a isso estamos namorando, e vocês podem ter certeza que entre nós dois A Química Rolou.
Fiiiim ;~
sábado, 29 de agosto de 2009
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